domingo, 31 de agosto de 2014
Efeitos negativos da tecnologia nos jovens
1 - Físicos
- O uso excessivo de aparelhos eletrônicos tem provocado muitas lesões na geração atual. Lesões que atingem músculos, nervos e principalmente pescoço e membros superiores têm sido cada vez mais frequentes. Problemas como LER, que costumavam se desenvolver por excesso de trabalho, por exemplo, têm acometido jovens que sequer possuem uma vida profissional devido aos movimentos repetitivos no uso de celulares e tablets.Além disso, a exposição constante aos aparelhos eletrônicos tende a diminuir a prática de esportes entre os jovens o que pode provocar problemas como obesidade e hipertensão provocados pelo sedentarismo.
2 - Psíquicos
- De acordo com o American Journal Of Psychiatry, a dependência de jogos, e-mails e aparelhos eletrônicos em geral pode ser considerada um distúrbio mental. Como psicóloga, acredito que no futuro iremos inserir no Código Internacional de Doenças - CID, diversos transtornos psíquicos relacionados ao uso abusivo das redes sociais. A necessidade frequente em postar atualizações de status tem feito com que muitos se preocupem exageradamente com a vida virtual, esquecendo-se das situações reais.Outro fator que pode estar relacionados à dependência dos meios eletrônicos é o aumento de transtornos de hiperatividade e déficit de atenção, somado a transtornos depressivos e até mesmo consumismo exarcerbado relacionado a aparelhos eletrônicos cada vez mais velozes e potentes.
3 - Sociais
- A excessiva exposição aos aparelhos eletrônicos na juventude tem provocado, muitas vezes, isolamento social. Isso porque os jovens têm se concentrado em alimentar suas redes sociais virtuais e, assim, seus relacionamentos reais vão sendo negligenciados. Somado a isso, problemas como comportamentos antissociais podem surgir gradativamente.Esses efeitos da tecnologia estão relacionados ao uso indiscriminado dos aparelhos eletrônicos que invadiram as nossas vidas de forma tão repentina que não tivemos tempo de criar regras que limitem o seu uso. Assim, temos nos tornado cada vez mais vítimas de nossos próprios anseios tecnológicos.Diante disso, fique atento à frequência com que você, seus filhos e outros membros de sua família têm se exposto a tais situações, refletindo sobre os seus efeitos e criando regras que limitem o uso aos aparelhos eletrônicos ao que de fato é essencial.
- http://familia.com.br/os-efeitos-de-aparelhos-eletronicos-sobre-a-juventude
Os efeitos de aparelhos eletrônicos sobre a juventude
Atualmente, os aparelhos eletrônicos têm ocupado cada vez mais espaço na nossa rotina. Notebooks, tablets, smartphones nos permitem levá-los a qualquer lugar e a ficar constantemente conectado. A facilidade em acessar as redes sociais a qualquer hora e a partir de qualquer lugar é tão comum e simples que, muitas vezes, nos tornamos vítimas dos aparelhos eletrônicos sem refletirmos os prejuízos que esses causam sobre nós.
Segundo uma pesquisa realizada pelo Núcleo de Mídia da Editora Abril, a tecnologia parece ser essencial à maioria dos jovens, visto que, muitos deles declararam que se os aparelhos eletrônicos não existissem, suas vidas sociais e os estudos seriam altamente prejudicados. Para a maioria desses jovens, os aparelhos eletrônicos são indispensáveis em suas rotinas.
Com certeza, não podemos negar que a facilidade em acessar informações de qualquer lugar muitas vezes facilita o desenvolvimento dos estudos e do trabalho já que é possível buscar informações novas com rapidez.
http://familia.com.br/os-efeitos-de-aparelhos-eletronicos-sobre-a-juventude
elhos-eletronicos-sobre-a-juventude
terça-feira, 26 de agosto de 2014
Código de Ética Profissional – ACM (Association for Computing Machinery)
Por fim trataremos, em seu último tópico, da CONFORMIDADE COM O CÓDIGO:
Como um membro da ACM eu irei ....
4.1 Defender e promover os princípios deste Código.
O futuro da profissão de computação depende tanto da excelência técnica e ética. Não só é importante para os profissionais de computação ACM para aderir aos princípios expressos neste Código, cada membro deve incentivar e apoiar a adesão de outros membros.
4.2 Tratar violações deste código como inconsistente com a filiação na ACM.
A adesão dos profissionais a um código de ética é uma questão voluntária. No entanto, se um membro não seguir este código envolvendo-se em falta grave, a associação a ACM pode ser rescindido.
Considerações Finais:
O presente Código e as Diretrizes complementares foram desenvolvidos pelo Grupo de Trabalho para a Revisão do Código de Ética e Conduta Profissional ACM: Ronald E. Anderson, presidente, Gerald Engel, Donald Gotterbarn, Grace C. Hertlein, Alex Hoffman, Bruce Jawer, Deborah G. Johnson, Doris K. Lidtke, Joyce Currie Little, Dianne Martin, Donn B. Parker, Judith A. Perrolle, e Richard S. Rosenberg. A Força-Tarefa foi organizada pela ACM / SIGCAS e financiamento foi assegurado pelo Fundo Discricionário SIG ACM. O presente Código e as Diretrizes complementares foram aprovadas pelo Conselho ACM em 16 de outubro de 1992.
Fonte: http://www.acm.org/about/code-of-ethics/#sect1
Código de Ética Profissional – ACM (Association for Computing Machinery)
Como um membro da ACM e um líder organizacional, eu vou ....
JUSTIFICATIVA NOTA : Esta seção baseia-se extensivamente o projeto IFIP Código de Ética, especialmente suas seções sobre ética organizacional e as preocupações internacionais. As obrigações éticas de organizações tendem a ser negligenciadas na maioria dos códigos de conduta profissional, talvez porque estes códigos são escritos a partir da perspectiva do membro individual. Este dilema é dirigida ao afirmar esses imperativos do ponto de vista do líder da organização. Neste "líder" contexto é visto como qualquer membro da organização que tem a liderança ou responsabilidades educativas. Esses imperativos geralmente podem ser aplicadas às organizações, bem como seus líderes. Neste contexto, "organizações" são empresas, agências governamentais e outras "empregadores", bem como voluntários organizações profissionais.
3.1 Articular responsabilidades sociais de membros de uma unidade organizacional e encorajar a aceitação completa dessas responsabilidades.
Como as organizações de todos os tipos têm um impacto sobre o público, eles devem aceitar as responsabilidades para a sociedade. Procedimentos e atitudes organizacional orientada para a qualidade eo bem-estar da sociedade irá reduzir os danos para os membros do público, servindo, assim, interesse público e cumprir a responsabilidade social. Assim, líderes organizacionais devem encorajar a plena participação na reunião responsabilidades sociais, bem como o desempenho de qualidade.
3.2 Gerenciar pessoas e recursos para projetar e construir sistemas de informação que melhorem a qualidade de vida no trabalho.
Os líderes das organizações são responsáveis por assegurar que os sistemas de computador melhorar, não degradar, a qualidade de vida no trabalho. Ao implementar um sistema de computador, as organizações devem considerar o desenvolvimento pessoal e profissional, segurança física e dignidade humana de todos os trabalhadores. Homem-computador padrões ergonômicos apropriados devem ser considerados no projeto do sistema e no local de trabalho.
3.3 Reconhecer e apoiar usos apropriados e autorizados de recursos de computação e comunicação de uma organização.
Como os sistemas de computadores podem se tornar ferramentas para prejudicar, bem como para beneficiar uma organização, a liderança tem a responsabilidade de definir claramente os usos adequados e inadequados de recursos de computação organizacionais. Enquanto o número eo alcance de tais regras devem ser mínimos, devem ser plenamente aplicada quando estabelecidas.
3.4 Certifique-se de que os usuários e aqueles que serão afetados por um sistema tenham suas necessidades claramente articuladas durante a tributação e planejamento de requisitos; mais tarde, o sistema deve ser validado para satisfazer os requisitos.
Os usuários atuais do sistema, usuários potenciais e outras pessoas cujas vidas podem ser afetadas por um sistema devem ter suas necessidades avaliadas e incorporadas na declaração de requisitos. Validação do sistema deve assegurar o cumprimento dessas exigências.
3.5 articular e apoiar políticas que protejam a dignidade de usuários e outras pessoas afetadas por um sistema de computação.
Projetar ou implementar sistemas que deliberadamente ou inadvertidamente humilham indivíduos ou grupos é eticamente inaceitável. Profissionais de informática que estão em posições de tomada de decisão deve verificar se os sistemas são concebidos e implementados para proteger a privacidade pessoal e aumentar a dignidade pessoal.
3.6 Criar oportunidades para membros da organização para aprender os princípios e limitações dos sistemas de computador.
Isso complementa o imperativo de compreensão do público (2.7). Oportunidades educacionais são essenciais para facilitar a participação optimizada de todos os membros da organização. Oportunidades devem estar disponíveis para todos os membros para ajudá-los a melhorar seus conhecimentos e habilidades em computação, incluindo cursos que os familiarizar com as consequências e limitações de determinados tipos de systems.In particular, os profissionais devem estar cientes dos perigos de sistemas de construção ao redor simplificada modelos, a improbabilidade de antecipar e projetar para todas as possíveis condições de operação, e outras questões relacionadas com a complexidade desta profissão.
Fonte: http://www.acm.org/about/code-of-ethics/#sect1
domingo, 24 de agosto de 2014
Segurança em Redes Sociais
Você sabia que algumas das maiores empresas de tecnologia do mundo
pagam recompensas para hackers que conseguem encontrar falhas de segurança em seus sistemas? Dois dos maiores exemplos disso são a Google e o Facebook,
este segundo sendo bem rentável para os brasileiros. Segundo um
relatório da rede social, o Brasil é o segundo país que mais recebe
recompensas pela localização de falhas.
Durante o ano de 2013, US$ 200 mil foram pagos a brasileiros que encontraram falhas de segurança, brechas nos serviços ou qualquer outro erro que possa gerar alguma vulnerabilidade para o Facebook. Na frente do Brasil, apenas os Estados Unidos. Para os norte-americanos o Facebook desembolsou US$ 209 mil, como mostra a página oficial do projeto. A Índia completa o pódio, com US$ 184.
Em média, cada hacker brasileiro recebeu a quantia de US$ 3.792 por erro encontrado, sendo que alguns deles podem render bem mais do que isso. É importante notar que outro país que conseguiu um ótimo local nesse ranking foi a Rússia. Isso mostra que os países que compõem os BRICS estão bem fortes também no que diz respeito ao desenvolvimento de sistemas.
Desde o início do projeto em 2011, já foram pagos mais de US$ 2 milhões como recompensas para os desenvolvedores que ajudaram o Facebook a ficar mais seguro para os usuários. O Facebook informa que em 2014 os sistemas parecem mais estáveis. Até agora as requisições de alta relevância estão bem abaixo do esperado e isso pode se manter assim por algum tempo.
http://www.tecmundo.com.br/facebook/53204-facebook-brasil-e-o-segundo-pais-que-mais-encontra-falhas-na-rede-social.htm
Durante o ano de 2013, US$ 200 mil foram pagos a brasileiros que encontraram falhas de segurança, brechas nos serviços ou qualquer outro erro que possa gerar alguma vulnerabilidade para o Facebook. Na frente do Brasil, apenas os Estados Unidos. Para os norte-americanos o Facebook desembolsou US$ 209 mil, como mostra a página oficial do projeto. A Índia completa o pódio, com US$ 184.
Em média, cada hacker brasileiro recebeu a quantia de US$ 3.792 por erro encontrado, sendo que alguns deles podem render bem mais do que isso. É importante notar que outro país que conseguiu um ótimo local nesse ranking foi a Rússia. Isso mostra que os países que compõem os BRICS estão bem fortes também no que diz respeito ao desenvolvimento de sistemas.
A importância do projeto
Todos os pagamentos são feitos por meio do Bug Bounty, um programa criado justamente para recompensar os desenvolvedores que encontram diversos bugs no sistema do Facebook. Em 2013, 14.763 envios de correções foram enviados para a rede social, sendo que 6% deles foram considerados como “alta severidade” — o que significa que as correções têm que ser aplicadas em até seis horas.Desde o início do projeto em 2011, já foram pagos mais de US$ 2 milhões como recompensas para os desenvolvedores que ajudaram o Facebook a ficar mais seguro para os usuários. O Facebook informa que em 2014 os sistemas parecem mais estáveis. Até agora as requisições de alta relevância estão bem abaixo do esperado e isso pode se manter assim por algum tempo.
http://www.tecmundo.com.br/facebook/53204-facebook-brasil-e-o-segundo-pais-que-mais-encontra-falhas-na-rede-social.htm
Computação e Sociedade (O surgimento da intenet)
A Internet surgiu no período
da Guerra
Fria.
Criada com objetivos militares, a internet servia como uma das formas de
comunicação das forças armadas norte-americanas em caso de ataques inimigos que
destruíssem os meios convencionais de telecomunicações. Nas décadas de 1970 e
1980, além de ser utilizada para fins militares, a Internet passou a ser também
um importante meio de comunicação acadêmico. Através da internet os estudantes
e professores universitários, principalmente dos EUA, compartilhavam estudos,
mensagens e idéias entre si.
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Marco Civil Da Internet "Em Poucas Palavras"
Para todos aqueles que vem acompanhando esse blog e aqueles que também estão lendo pela primeira vez ou vendo assim, meio que esporadicamente, trago um resumo sobre o tema Marco Civil Da Internet. Nesse texto que segue logo abaixo foi retirado da Wikipédia, ele descreve "em poucas palavras" o que é essa Lei e por quais mudanças ela passou até a sua aprovação pelo senado federal.
Marco Civil da Internet (oficialmente chamado de Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014) é a lei que regula o uso da Internet no Brasil, por meio da previsão de princípios, garantias, direitos e deveres para quem usa a rede, bem como da determinação de diretrizes para a atuação do Estado.
O projeto surgiu em 2009 e foi aprovado na Câmara dos deputados em 25 de março de 2014 e no senado federal em 23 de abril de 2014, sendo sancionado logo depois por Dilma Rousseff.
A ideia do projeto, surgida em 2007, foi adotada pelo governo federal em função da resistência social ao projeto de lei de cibercrimes conhecido como Lei Azeredo, muito criticado sob a alcunha de AI-5 Digital. Após ser desenvolvido colaborativamente em um debate aberto por meio de um blog, em 2011 o Marco Civil foi apresentado como um Projeto de Lei do Poder Executivo à Câmara dos Deputados, sob o número PL 2126/2011. No Senado, desde 26 de março de 2014 o projeto tramitou sob o número PLC 21 de 2014 , até sua aprovação em 23 de abril de 2014.
O texto do projeto trata de temas como neutralidade da rede, privacidade, retenção de dados, a função social que a rede precisará cumprir, especialmente garantir a liberdade de expressão e a transmissão de conhecimento, além de impor obrigações de responsabilidade civil aos usuários e provedores.
fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Marco_Civil_da_Internet#cite_note-5
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Curiosidades sobre as Mídias Sociais
Antigamente, as pessoas contavam com maneiras limitadas de se
comunicar — afinal de contas, ou elas escreviam cartas ou se falavam
pessoalmente. Apesar de não ser algo muito prático, essa situação era
simples e dificilmente gerava fatos bizarros. Hoje em dia, grande parte
do mundo está online praticamente o tempo todo, o que é muito dinâmico,
mas também acaba resultando em algumas características curiosas.
Explicar a situação é algo um pouco complicado de se fazer, já que
tudo vai depender do seu conceito de diferente ou até mesmo de
interessante. Por conta disso, o site Content Fac montou uma pequena
lista com exemplos de fatos que mostram como as mídias sociais podem
criar comportamentos e características inusitadas na sociedade.
http://www.tecmundo.com.br/curiosidade/44588-5-curiosidades-estranhas-sobre-as-midias-sociais.htm
- CELULARES E ESCOVAS DE DENTE
- FACEBOOK E (MUITO) DINHEIRO
- FACEBOOK E (MUITA) GENTE
- PREDOMINÂNCIA FEMININA
- O PODER DO YOU TUBE
http://www.tecmundo.com.br/curiosidade/44588-5-curiosidades-estranhas-sobre-as-midias-sociais.htm
terça-feira, 19 de agosto de 2014
Código de Ética Profissional – ACM (Association for Computing Machinery)
O segundo tópico fala sobre CONSIDERAÇÕES ADICIONAIS DE CONDUTA PROFISSIONAL, então vejamos:
Como um profissional de computação pertencente à ACM eu devo:
2.1- Esforçar-me para concluir com a mais alta qualidade todos os processos e produtos do trabalho profissional.
O profissional da computação deve se esforçar para alcançar qualidade e conhecer as sérias conseqüências negativas que podem resultar de um sistema de baixa qualidade.
2.2- Adquirir e manter competência profissional.
Um profissional deve participar na determinação de padrões para níveis apropriados de competência, e se esforçar para atingir estes padrões. A aquisição de conhecimentos técnicos e competência pode ser feita de várias maneiras: através do estudo independente; participando de seminários, conferências ou cursos; e se envolver em organizações profissionais.
2.4- Aceitar e providenciar reciclagem profissional adequada.
A qualidade do trabalho profissional, especialmente na área da computação depende da revisão e crítica profissional. Sempre que apropriado, membros devem revisar o seu trabalho assim como o trabalho de outros.
2.5- Conceder estimativa compreensiva e cuidadosa de sistemas computacionais e seus impactos, com especial ênfase nos possíveis riscos.
Profissionais da computação estão em uma posição de confiança especial, e assim têm responsabilidade especial em prover resultados objetivos e confiáveis para empregadores, clientes, usuários e público. Quando fornecendo resultados, o profissional deve também identificar qualquer conflito de interesse relevante, como colocado no item 1.3.
2.6- Honrar contratos e responsabilidades especificadas.
2.7- Aperfeiçoar o entendimento público de computação e suas consequências.
Profissionais da computação têm a responsabilidade de repartir conhecimento técnico com o público através do encorajamento ao entendimento da computação, incluindo os impactos de sistemas e suas limitações. Este imperativo implica na obrigação de contrariar qualquer visão falsa relacionada à computação.
Fonte: http://www.acm.org/about/code-of-ethics/#sect1
domingo, 17 de agosto de 2014
O Marco Civil da Internet Antes da Aprovação
Para aqueles que não sabem O Marco Civil da Internet passou por algumas modificações antes da sua aprovação final. Alguns dos fatos mais marcantes que foram alterados com o passar do tempo e estão listados nos temas descritos na imagem abaixo.
Imagem retirada do site: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2014/06/marco-civil-da-internet-entra-em-vigor-nesta-segunda-feira-23.html
Cuidados a serem tomados nas redes sociais
É muito importante tomar
alguns cuidados para proteger a privacidade, o perfil e até mesmo o computador,
dentre eles pode-se citar:
• Pensar bem antes de
divulgar uma mensagem ou uma foto, pois não há como voltar atrás;
• É importante também
manter os dados e o perfil privados;
• Ser seletivo ao aceitar
os contatos;
• Cautela ao dar acesso a
aplicativos;
• Ter cuidado ao se
associar a grupos e comunidades;
• É importante o usuário
não divulgar fotos ou vídeos que podem indicar à desconhecidos a sua localização;
• Não divulgar planos de
viagens e por quanto tempo passará ausente de sua residência;
• Evitar falar sobre
rotinas, hábitos e ações pessoais e de outras pessoas;
• Divulgar fotos, vídeos
ou dados de outras pessoas sem autorização;
• Tomar cuidado ao
elaborar senhas, sempre usando senhas longas, compostas por diferentes tipos de
caracteres, não utilizando dados pessoais, como nome, sobrenome, data de
nascimento, etc.;
• Evitar usar a senha em
computadores de terceiros;
• Evitar usar a mesma
senha em outros sites;
• Lembrar se sempre de
sair da sessão (logout);
• Denunciar aos
responsáveis pela rede social caso identifique mensagens indevidas, Spam,
perfis falsos e outros abusos;
• Manter o computador
sempre seguro, com os programas nas versões mais recentes, e todas as
atualizações aplicadas;
• Utilizar e manter
atualizados os antivírus, antispam, antimalware e o firewall pessoal;
• Desconfiar de mensagens,
mesmo de pessoas conhecidas, pois podem ter sido de contas invadidas ou falsas;
• Ter cuidado com links
reduzidos, utilizando sempre complementos que permitam expandir o link antes de
clicar sobre ele.
Tecnologia e interação social
É difícil imaginar como seria viver sem toda essa tecnologia que nos rodeia, nós nos tornamos tão dependente dela que expressões como "não consigo viver sem internet, sem celular, sem computador" já se tornaram tão comuns quanto atividades simples do cotidiano, mas será mesmo que não conseguiríamos viver sem toda essa tecnologia que tanto facilitou e continua facilitando nossas vidas?
Essa pergunta tem várias respostas; De acordo com a ideologia de cada um, de acordo com diferentes culturas e até mesmo o nível de conhecimento e interatividade com o assunto. É incontestável a importância desse "mundo paralelo" no qual todos podemos ter acesso; Acesso à uma infinidade de informação que nos proporciona um aumento significativo de conhecimento, mas até que ponto o acesso ao mundo digital se torna prejudicial?
Mesmo no século XXI, com todos esses avanços e esse "mundo paralelo", ainda sim precisamos nos relacionar socialmente, interagir com seres humanos, ter uma vida social e, é isso que nos torna humanos, visto que muitas pessoas abriram mão dessa interatividade humana física para interagir digitalmente o que os leva ao isolamento passando a criar seu próprio mundo dentro de suas residências, tornando-se em alguns casos pessoas anti-sociais, esse é o ponto prejudicial da dependência tecnológica.
A tecnologia e a socialização podem sim andar juntas, precisamos apenas conciliar ambas, não deixar de aproveitar momentos que podem ser únicos como um passeio com amigos e familiares, é isso que nos torna seres humanos e não robôs presos e dependentes de tecnologia; É possível sim a interação dos dois sem tornar a tecnologia uma vilã, basta apenas um equilíbrio de ambas as partes para que possamos desfrutar ao máximo o que os dois tem a nos oferecer.
Essa pergunta tem várias respostas; De acordo com a ideologia de cada um, de acordo com diferentes culturas e até mesmo o nível de conhecimento e interatividade com o assunto. É incontestável a importância desse "mundo paralelo" no qual todos podemos ter acesso; Acesso à uma infinidade de informação que nos proporciona um aumento significativo de conhecimento, mas até que ponto o acesso ao mundo digital se torna prejudicial?
Mesmo no século XXI, com todos esses avanços e esse "mundo paralelo", ainda sim precisamos nos relacionar socialmente, interagir com seres humanos, ter uma vida social e, é isso que nos torna humanos, visto que muitas pessoas abriram mão dessa interatividade humana física para interagir digitalmente o que os leva ao isolamento passando a criar seu próprio mundo dentro de suas residências, tornando-se em alguns casos pessoas anti-sociais, esse é o ponto prejudicial da dependência tecnológica.
A tecnologia e a socialização podem sim andar juntas, precisamos apenas conciliar ambas, não deixar de aproveitar momentos que podem ser únicos como um passeio com amigos e familiares, é isso que nos torna seres humanos e não robôs presos e dependentes de tecnologia; É possível sim a interação dos dois sem tornar a tecnologia uma vilã, basta apenas um equilíbrio de ambas as partes para que possamos desfrutar ao máximo o que os dois tem a nos oferecer.
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
Computação e sociedade (O avanço da internet)
A internet começou a se expandir, chegando à população
em geral na década de 90. Em 1990, o engenheiro inglês Tim Bernes-Lee desenvolveu
a World Wide Web, possibilitando assim a utilização de uma interface gráfica e
a criação de sites mais acessíveis e visualmente interessantes. Deste momento
em diante a internet cresceu em ritmo acelerado.
O surgimento de navegadores como o Internet Explorer da
Microsoft e o Netscape Navigator e o surgimento acelerado de provedores de
acesso e portais de serviços on-line contribuíram para este crescimento. A
internet passou a abranger vários interesses sociais, como pesquisas escolares,
jogos, bate-papo, compras, etc.
Atualmente, é impossível
pensar no mundo sem a Internet. A internet está presente nas escolas, empresas,
faculdades, etc. A internet é hoje uma importante fonte de informações e
notícias, sendo de fundamental importância estar conectado a rede mundial.
O Poder das Mídias Sociais para sua empresa
Hoje, o que vale mais é o alcance que sua marca tem nas mídias
sociais. O tempo, então, já se torna irrelevante, visto que você pode
conseguir 10.000 likes em 1 dia ou 1 ano, dependendo das suas
habilidades e do seu orçamento. Dessa forma, pode-se dizer que dinheiro é tempo (o tempo que você poupa em conseguir o alcance de que você precisa para garantir o sucesso da sua marca) e likes são dinheiro (visto que, quanto mais likes, mais fãs da sua marca).
Embora nem todo mundo saiba, as mídias sociais não servem apenas para botar “sua cara” na internet e ficar observando o que acontece. Há muitos benefícios que você pode ganhar se souber usar um perfil numa rede social a seu favor. Aqui vão alguns:
http://blog.workana.com/pt/2013/06/03/o-poder-das-midias-sociais-para-a-sua-empresa
Embora nem todo mundo saiba, as mídias sociais não servem apenas para botar “sua cara” na internet e ficar observando o que acontece. Há muitos benefícios que você pode ganhar se souber usar um perfil numa rede social a seu favor. Aqui vão alguns:
- Valorização da sua marca: Sim, “botar sua cara na internet” é importante. Tendo presença no mundo virtual, você consegue comunicar para o público (sejam consumidores, sejam clientes em potencial) os valores da sua marca, os benefícios do seu produto, os diferenciais do seu negócio, o que quer que possa valorizar o nome da sua empresa e, a longo prazo (às vezes, curto), aumentar seus lucros.
- Aumento nas vendas: as redes sociais não servem apenas pra blábláblá. Você pode vender o seu produto através da sua página no Facebook, por exemplo, usando aplicativos de e-commerce. Dessa forma, você não precisa direcionar o seu consumidor do Facebook para o site. E isso é importante por quê? O internauta, muitas vezes, busca agilidade. É preferível comprar um produto no Facebook, clicando em um botão e digitando suas informações de pagamento, do que ter que clicar em um link no post do Facebook, ser direcionado para o site da empresa, fazer um cadastro (normalmente, para comprar o cliente precisa ter um cadastro), procurar o produto lá novamente e, por fim, clicar no botão e digitar suas informações de pagamento. Por mais que esse “ciclo” seja o mais curto possível no site da sua empresa, poder comprar diretamente pela rede social naturalmente é mais rápido ainda. Logo, você tem mais um canal para vender o seu produto/serviço e a rapidez desse canal garantirá a compra daqueles clientes mais… “preguiçosos”.
- Atendimento ao cliente: os perfis em mídias sociais acabam, mesmo sem querer, virando canais de atendimento. Afinal, o cliente que segue você no Twitter, por exemplo, pode acabar respondendo a um tweet seu com algum tipo de reclamação ou elogio. Se for um elogio, ótimo: o cliente acabou de comunicar a toda a lista de amigos dele (e seus) naquela rede social o quanto o seu negócio é maravilhoso. E, se for uma reclamação, ótimo também: porque você tem a chance de responder rapidamente, antes que a reclamação seja compartilhada milhares de vezes e a magnitude daquele pequeno tweet gere uma crise enorme para sua empresa. Quem sabe, se você responder com criatividade suficiente, você possa ainda lucrar com isso.
http://blog.workana.com/pt/2013/06/03/o-poder-das-midias-sociais-para-a-sua-empresa
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
O Marco Civil da Internet e a Responsabilidade do Conteúdo
Para não dizer que os provedores de internet só tiveram "prejuízos" (entre aspas) com essa lei, o Artigo 18 deixa claro que *O provedor de conexão à internet não será responsabilizado civilmente por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros. Dessa forma, se um conteúdo for publicado por algum usuário de uma rede social qualquer, e esse for dito como algo ofensivo essa rede social não será responsabilizada. Seria até irônico se fosse. Porque seria irônico? imaginemos que você, caro leitor, tem uma fabrica de tesouras e uma pessoa compra uma tesoura, e por acaso resolve cometer um crime com ela. Seria justo você responder criminalmente pelo acontecido? Você responderia: claro que não. Isso mesmo não seria nada justo. Por isso a responsabilidade do conteúdo publicado não é do provedor e sim daquele que publica.
Mas, por outro lado, no Artigo 19 diz *Com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura, o provedor de aplicações de internet somente poderá ser responsabilizado civilmente por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros se, após ordem judicial específica, não tomar as providências para, no âmbito e nos limites técnicos do seu serviço e dentro do prazo assinalado, tornar indisponível o conteúdo apontado como infringente, ressalvadas as disposições legais em contrário. Assim para que algumas publicações não seja alvo fácil da censura é preciso de uma ordem judicial para a remoção (é claro que em casos específicos a ordem judicial não será necessária, exemplo, pedofilia. Basta apenas uma denúncia). E nos casos em que o provedor não remover o conteúdo no prazo estipulado pelo juiz, ai então poderá ser responsabilizado pelos danos causados por terceiros.
*trechos retirado da LEI Nº 12.965, DE 23 ABRIL DE 2014.
terça-feira, 12 de agosto de 2014
Marco Civil da Internet - Obrigações do Governo
As Administrações federal, estaduais e municipais deverão ter uma
série de determinações a cumprir, caso o Marco Civil se torne realidade. Dentre elas pode-se citar:
Estabelecer "mecanismos de governança multiparticipativa, transparente,
colaborativa e democrática, com a participação do governo, do setor
empresarial, da sociedade civil e da comunidade acadêmica".
Os governos terão a obrigação de estimular a expansão e o uso da rede, ensinando as pessoas a utilizar a tecnologia de forma a "reduzir as desigualdades" e "fomentar a produção e circulação
de conteúdo nacional".
Os serviços de governo
eletrônico precisarão ser integrados para agilizar processos, inclusive com
setores da sociedade, e a internet ainda será usada para "publicidade e
disseminação de dados e informações públicos, de forma aberta e estruturada".
Por fim, há ainda a
preferência por tecnologias, padrões e formatos abertos e livres, e a de se
estimular a implantação de centros de armazenamento, gerenciamento e
disseminação de dados no Brasil, "promovendo a qualidade técnica, a inovação e
a difusão das aplicações de internet, sem prejuízo à abertura, à neutralidade e
à natureza participativa".
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Código de Ética Profissional – ACM (Association for Computing Machinery)
Vejamos mais detalhes de outros Princípios do Código de Ética da ACM:
1.5 honrar os direitos de propriedade, incluindo direitos autorais e patentes.
A violação de direitos autorais, patentes, segredos comerciais e os termos dos acordos de licença é proibida por lei na maioria das circunstâncias. Mesmo quando o software não é tão protegida, tais violações são contrárias ao comportamento profissional. Cópias do software deve ser feita somente com a devida autorização. A duplicação não autorizada de materiais não deve ser tolerada.
1.6 Dar crédito apropriado à propriedade intelectual.
Profissionais da computação são obrigados a proteger a integridade da propriedade intelectual. Especificamente, não se deve tomar crédito de idéias de outros ou de trabalho, mesmo em casos em que o trabalho não tenha sido explicitamente protegidos por direitos autorais, patentes, etc
1.7 Respeitar a privacidade dos outros.
Computação e tecnologias da comunicação permite a recolha e troca de informações pessoais em uma escala sem precedentes na história da civilização. Assim, há um aumento potencial de violar a privacidade dos indivíduos e grupos.É da responsabilidade dos profissionais para manter a privacidade e a integridade dos dados que descrevem indivíduos.Isto inclui tomar precauções para garantir a precisão dos dados, bem como protegê-lo de acesso não autorizado ou divulgação acidental de indivíduos inadequados. Além disso, os procedimentos devem ser estabelecidos para permitir aos indivíduos rever seus registros e corrigir imprecisões.
Este imperativo implica que somente a quantidade necessária de informações pessoais serão coletadas em um sistema, que os períodos de retenção e descarte para que as informações sejam claramente definidas e aplicadas, e que as informações pessoais coletadas para um fim específico não ser utilizado para outros fins sem o consentimento do indivíduo (s). Estes princípios aplicam-se às comunicações eletrônicas, incluindo correio eletrônico, e proibir procedimentos que captura ou monitorar os dados do usuário eletrônico, incluindo mensagens, sem o consentimento dos utilizadores ou de autorização de boa-fé referentes à operação e manutenção do sistema. Os dados do usuário observados durante as funções normais de operação e manutenção do sistema devem ser tratadas com estrita confidencialidade, exceto nos casos em que é evidência para a violação da lei, regulamentos organizacionais, ou deste Código. Nestes casos, a natureza ou o conteúdo dessas informações devem ser divulgadas apenas às autoridades competentes.
1.8 Confidencialidade Honra.
O princípio da honestidade se estende a questões de confidencialidade de informações sempre que alguém faz uma promessa explícita de honrar a confidencialidade ou, implicitamente, quando informações privadas não diretamente relacionado com o desempenho dos seus deveres, torna-se disponível. A preocupação ética é respeitar todas as obrigações de confidencialidade para os empregadores, clientes e usuários, a menos descarregada a partir de tais obrigações por exigências da lei ou outros princípios deste Código.
Fonte: http://www.acm.org/about/code-of-ethics/#sect1
Código de Ética Profissional – ACM (Association for Computing Machinery)
Anteriormente postamos os Imperativos constantes do Código de Ética ACM, neste momento vamos detalhar um pouco cada um deles:
1.1 Contribuir para a sociedade e o bem-estar humano.
Este princípio, relativa à qualidade de vida de todas as pessoas, afirma a obrigação de proteger os direitos humanos fundamentais e respeitar a diversidade de todas as culturas. Um objectivo essencial dos profissionais de computação é para minimizar as conseqüências negativas de sistemas de computação, incluindo ameaças à saúde e segurança. Ao projetar ou implementar sistemas, profissionais de computação deve tentar garantir que os produtos de seus esforços serão utilizadas de maneira socialmente responsável, vai atender às necessidades sociais, e evitar efeitos nocivos para a saúde e bem-estar.
Além de um ambiente social seguro, bem-estar humano inclui um ambiente natural segura. Portanto, os profissionais que projetam e desenvolvem sistemas deve estar alerta para e conscientizar os outros de, qualquer dano potencial ao meio ambiente local ou global de computação.
1.2 Evite danos a outros.
"Harm" significa lesão ou conseqüências negativas, como a perda indesejável de informações, perda de propriedade, danos à propriedade ou impactos ambientais indesejados. Este princípio proíbe a utilização da tecnologia de computação de formas que resultam em danos a qualquer um dos seguintes: usuários, o público em geral, empregados, empregadores. Ações nocivas incluem destruição ou modificação intencional de arquivos e programas que conduzam a séria perda de recursos ou gastos desnecessários de recursos humanos, tais como o tempo e esforço necessários para purgar o sistema de "vírus de computador".
Ações bem intencionadas, incluindo aqueles que realizam suas funções, pode levar a prejudicar de forma inesperada.Nesse caso a pessoa responsável ou as pessoas são obrigadas a desfazer ou atenuar as consequências negativas, tanto quanto possível. Uma maneira de evitar o dano não intencional é considerar cuidadosamente os impactos potenciais sobre todos aqueles afetados por decisões tomadas durante o projeto ea implementação.
Para minimizar a possibilidade de prejudicar os outros indiretamente, os profissionais de computação devem minimizar problemas de funcionamento, seguindo as normas geralmente aceites para o projeto do sistema e testes. Além disso, muitas vezes é necessário para avaliar as consequências sociais dos sistemas de projetar a probabilidade de um prejuízo grave para os outros. Se os recursos do sistema são deturpados para os usuários, colegas de trabalho ou supervisores, o profissional de computação indivíduo é responsável por qualquer dano resultante.
No ambiente de trabalho do profissional de computação tem a obrigação adicional para relatar quaisquer sinais de perigo do sistema que podem resultar em danos pessoais ou sociais graves. Se seus superiores não agirem para reduzir ou mitigar esses riscos, pode ser necessária a "boca no trombone" para ajudar a corrigir o problema ou reduzir o risco. No entanto, caprichoso ou equivocada denúncia de violações pode, ela própria, ser prejudicial. Antes de relatar violações, todos os aspectos relevantes do incidente deve ser cuidadosamente avaliada. Em particular, a avaliação do risco e da responsabilidade tem de ser credível. Sugere-se que a consulta de outros profissionais de informática. Veja o princípio 2.5 em relação a avaliações exaustivas.
1.3 Seja honesto e confiável.
Honestidade é um componente essencial de confiança. Sem confiança uma organização não pode funcionar eficazmente.O profissional de computação honesto não vai fazer reivindicações deliberadamente falsas ou enganosas sobre a concepção do sistema ou do sistema, mas em vez disso irá proporcionar a divulgação completa de todas as limitações do sistema pertinentes e problemas.
Um profissional de informática tem o dever de ser honesto sobre suas próprias qualificações e sobre quaisquer circunstâncias que possam levar a conflitos de interesse.
Participação em organizações voluntárias, como ACM pode, em indivíduos vezes colocam em situações em que as suas declarações ou acções podem ser interpretadas como carregar o "peso" de um grupo maior de profissionais. Um membro da ACM vai ter cuidado para não deturpar ACM ou posições e políticas de ACM ou quaisquer unidades da ACM.
1.4 Ser justo e agir não discriminar.
Os valores de igualdade, tolerância, respeito pelos outros, e os princípios da igualdade de justiça governar este imperativo. A discriminação com base em raça, sexo, religião, idade, deficiência, origem nacional, ou outros fatores é uma violação explícita da política de ACM e não será tolerado.
As desigualdades entre diferentes grupos de pessoas possam resultar do uso ou utilização indevida de informações e tecnologia. Em uma sociedade justa, todos os indivíduos que tenham igual oportunidade de participar ou se beneficiar, o uso de recursos do computador, independentemente de raça, sexo, religião, idade, deficiência, origem nacional ou outros fatores semelhantes. No entanto, esses ideais não justificam o uso não autorizado dos recursos do computador nem fornecem uma base adequada para violação de quaisquer outros imperativos éticos deste código.
Fonte: http://www.acm.org/about/code-of-ethics/#sect1
Como as Redes Sociais lucram
Hoje em dia as pessoas usam as redes sociais praticamente 24
horas por dia para diversos motivos, em média 700 milhões de pessoas em todo o
mundo acessam diariamente o Facebook, a rede social mais popular do mundo.
Obviamente um ótimo local para empreendedores anunciarem seus
produtos e serviços, pois com o enorme número de internautas on line as chances
dos empreendedores venderem seus produtos e serviços aumentam gradativamente. E
como esses empreendedores buscam cada vez mais deixar seus negócios mais acessíveis,
acabam investindo, por exemplo, aproximadamente R$ 1,3 milhão para manter um
único anúncio na página de logout do Facebook, como indica o site tecmundo.com.br .
Esse é um simples exemplo de como as redes sociais podem
lucrar valores extremos apenas “alugando” espaços em suas páginas para a
publicidade.
domingo, 10 de agosto de 2014
Código de Ética na Computação
Não
existe na informática uma regulamentação oficial como na Medicina ou Direito,
por exemplo, ou órgãos fiscalizadores, que zelem pelo bom desempenho do
profissional da informática.
Em alguns países, existem sociedades que tentam suprir essa necessidade, como a ACM (Association for Computer Machinery), que possui um código de ética, mas que apresenta como punição pelo não cumprimento do código, simplesmente o banimento da associação, sendo o comportamento dos membros praticamente determinado pela consciência individual.
O Instituto para Ética da Computação desenvolveu um código de conduta que ficou conhecido como "Os Dez Mandamentos para Ética na Informática":
1. Você não deverá usar o computador para
produzir danos em outra pessoa;
2. Você
não deve interferir no trabalho de computação de outra pessoa;
3. Você
não deve interferir nos arquivos de outra pessoa;
4. Você
não deve usar o computador para roubar;
5.Você
não deve usar o computador para dar falso testemunho;
6. Você
não deverá usar software pirateado;
7. Você
não deverá usar recursos de computadores de outras pessoas;
8. Você
não deverá se apropriar do trabalho intelectual de outra pessoa;
9. Você deverá refletir sobre as consequências
sociais do que escreve;
10.Você deverá usar o computador de maneira
que mostre consideração e respeito ao interlocutor.
A influência dos avanços tecnológicos nas interações sociais
No mundo globalizado, não é sábio dissociar tecnologia e informação, que se nutrem e permeiam todas as relações. Essas relações, na atualidade, têm ganhado características específicas, cuja principal marca é a impessoalidade, o que é um paradoxo, dado que o ser humano é um indivíduo social e necessita do contato com outrem para se manter e para se perpetuar. Porém, o que temos visto é que cada vez mais os espaços para a interação humana têm deixado de ser os convencionais para serem o do mundo virtual, obstruídos pelas finas telas de LCD dos mais variados tipos de mecanismos.
Hoje é comum falar em namoro virtual, em que o contato deixa de ser o da pele e dos sentidos, atuando para criar um clima favorável ao amor, à sedução. Agora, a palavra ganhou uma nova acepção, que define o nome de alguém que está incluído em uma lista de pessoas a serem seguidas nos sites de redes sociais e a interagirem, falando de seus gostos, anseios, trocando mensagens instantâneas ou interagindo em jogos virtuais. Até os relacionamentos entre pais e filhos têm sofrido com essas mudanças, o que causa preocupação, pois o bom relacionamento familiar é fundamental para formar pessoas emocionalmente fortes, equilibradas e saudáveis, além de ser determinante para preparar o indivíduo para viver em sociedade.
A tecnologia tem facilitado muito a vida das pessoas, mas, em contrapartida, está fazendo com que elas deixem de praticar aquilo que as diferencia dos demais seres: relacionar-se socialmente e fazer disso uma forma de evoluir como indivíduo.
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