domingo, 27 de julho de 2014

O Marco Civil da Internet

 O Marco Civil da Internet é uma Lei que estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da internet no Brasil  e determina as diretrizes para atuação da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios em relação à matéria. "Isso segundo o Art. 1º da própria Lei"

 É mais ou menos assim: Até então usávamos a internet de forma livre, sem regras ditadas de como deveria ser a venda de pacotes de dados oferecida pelo provedor de acesso à internet e pouco se falava de deveres e direitos muito menos em Leis que fossem eficaz em combater os crimes na internet.
Lembro-me da Lei apelidada de ''Lei Carolina Dieckmann'' que foi aquele escândalo onde vazou fotos intimas da atriz Carolina Dieckman e após o acontecimento aprovou-se uma Lei onde se faz crime a invasão de dispositivos informáticos (smartphones, tablets, computadores etc.) sem a autorização do proprietário.

 Fica agora a polêmica! é melhor com lei ou sem lei?

Código de Ética Profissional – ACM (Association for Computing Machinery)




A ACM (Associaction for Computing Machinery ) possui um excelente código de ética para profissionais de engenharia de software. Para quem não conhece a ACM, ela é a primeira sociedade dedicada à computação no mundo e mantém, junto com a IEEE, os principais periódicos, jornais e revistas de computação do mundo.

(Fonte: ÉTICA NO DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE. TrabalhosFeitos.com. Retirado 11, 2013, de http://www.trabalhosfeitos.com/ensaios/%C3%89tica-No-Desenvolvimento-De-Software/45098728.html)

Em 1992, a ACM adotou um código de ética e conduta profissional que deve ser respeitado por todos os membros associados.

A ideia do código é servir como base para a tomada de decisão ética na condução do trabalho profissional. E em segundo lugar, pode servir para julgar violações de normas éticas profissionais.

Como num juramento, o código começa com: “Como um membro da ACM eu irei …” seguido de 24 imperativos, estruturados em 4 seções:


1. Imperativos Morais Gerais

1.1 Contribuir para o bem-estar humano e da sociedade;
1.2 Evitar danos a terceiros;
1.3 Ser honesto e digno de confiança;
1.4 Ser justo e agir de forma a não discriminar;
1.5 Honrar os direitos de propriedade incluindo direitos autorais e patentes;
1.6 Dar crédito apropriado à propriedade intelectual;
1.7 Respeitar a privacidade de terceiros;
1.8 Honrar a confidencialidade.

2. Responsabilidades Profissionais Mais Específicas

2.1 Procurar alcançar a maior qualidade, eficácia e dignidade tanto nos processos como
nos produtos do trabalho profissional;
2.2 Adquirir e manter competência profissional;
2.3 Conhecer e respeitar as leis existentes, relativas ao trabalho profissional;
2.4 Aceitar e fornecer perícia profissional apropriada;
2.5 Dar avaliação abrangente e profunda dos sistemas de computação e seus impactos,
incluindo análise de riscos potenciais;
2.6 Honrar contratos, acordos e responsabilidade atribuídas;
2.7 Melhorar o entendimento público sobre a computação e suas conseqüências;
2.8 Ter acesso a recursos de computação e comunicação apenas quando for autorizado para tal.

3. Imperativos da Liderança Organizacional

3.1 Articular a responsabilidade social de membros de uma organização e encorajar
aceitação completa dessas responsabilidades;
3.2 Gerir pessoas e recursos para projetar e construir sistemas de informação que
melhorem a qualidade de vida no trabalho;
3.3 Especificar e autorizar o uso apropriado e autorizado dos recursos de computação e
comunicação de uma organização;
3.4 Assegurar que usuários e todos aqueles que serão afetados por um sistema tenham
suas necessidades claramente observadas durante a avaliação e o projeto de requisitos.
Posteriormente, o sistema deve ser validado para satisfazer tais requisitos;
3.5 Articular e apoiar políticas que protejam a dignidade do usuário e outros afetados
pêlos sistemas de computação;
3.6 Criar oportunidades para os membros da organização conhecerem os princípios e as
limitações de um sistema de computação.

4. Obediência ao Código
4.1 Respeitar e promover os princípios deste código;
4.2 Tratar qualquer violação a este código como incoerentes com a afiliação à ACM.

(Fonte: http://computacaoesociedade.wordpress.com/2012/07/03/codigo-de-etica-profissional-acm-association-for-computing-machinery/)

Computação e Sociedade

O que valerá mais no século 21?
Na era digital, a moeda forte de troca é a informação, acessível e universal. Independente da natureza da informação, a tecnologia necessária para transportá-la, editá-la ou armazená-la será a mesma e estará disponível em todo o mundo.
Com isso, haverá grandes bancos de dados interligados em redes nacionais e internacionais, associados a serviços seletivos e específicos. O usuário será um entre muitos milhões, mas ao mesmo tempo terá um tratamento único e personalizado, como nunca chegou a ter no supermercado em que, durante anos, fez suas compras todo fim de semana.
Essa situação está determinando o surgimento de um novo tipo de profissional, atualizado e com perfil de estrategista, que tem a capacidade de compreender, captar, analisar e interpretar a realidade de cada usuário. E, principalmente, de adaptar toda a tecnologia disponível a um atendimento rápido, eficiente e diferenciado. Quantos gabriéis por aí não se encantaram, no dia em que acessaram pela primeira vez um provedor, e na tela apareceu escrito: “Bom-dia, Gabriel”. E aí o Gabriel pensou: Impressionante, porque no posto onde eu abasteço o carro há anos os frentistas não sabem o meu nome. É essa primeira e inocente reação que, num breve futuro, vai se multiplicar à enésima potência: o Gabriel não irá mais ao posto: os postos, muitos, é que virão ao Gabriel.

fonte:http://super.abril.com.br/tecnologia/sociedade-informacao-442036.shtml
http://ofocaibes.blogspot.com.br/2012/09/geracoes-x-y-e-z-nao-ha-motivo-para.html

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Segurança em Redes Sociais e o Poder das Mídias Sociais



O poder das mídias sociais é inquestionável e está aumentando a cada dia que se passa, facilitando diversas situações e deixando mais praticas diversas ações.
                Mas ate onde vai a liberdade do uso dessas mídias sociais? Será que estamos usando da maneira correta? Será que merecemos a liberdade para usarmos as mídias de tais maneiras?
Faço esses questionamentos referentes a algumas ações (diga-se de passagem, ações criminosas) que foram facilitadas pelo poder de comunicação das redes sociais. Um exemplo dessas ações são as manifestações dos famosos “Blacks Blocs” que marcaram nosso país no ano passado e marcam ate os dias de hoje. A violência e o vandalismo desses protestos chamaram nossa atenção por serem tão bem planejados com a ajuda das redes sociais, então volto a questionar, algumas ações de alguns grupos devem ser investigadas já nas redes sociais para evitarem esses tipos de ações na vida real?