segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Segurança em Redes Sociais

Pare e pense: o quanto vale a integridade das suas redes sociais?
Antes de responder, pense em todas aquelas fotos hospedadas no seu Facebook, em todas as aquelas conversas “ultrassecretas” que você tem com seu melhor amigo, em todos os seus milhares de seguidores do Twitter e todas as interações com colegas que você mantém no Instagram.
Imagine perder tudo isso em um piscar de olhos, simplesmente porque você não ficou atento a pequenos protocolos de segurança que já se tornaram medidas essenciais para nossa devida “sobrevivência” nos tempos atuais. Essa é uma experiência pela qual ninguém gostaria de passar, não concorda?
Obviamente, é impossível estar 100% protegido na internet que temos nos dias de hoje. Ainda assim, vale a pena garantir o mínimo possível de proteção para sua vida digital. Como você poderá conferir a seguir, manter suas redes sociais longe do ataque de invasores não é nenhum bicho de sete cabeças: basta seguir algumas recomendações básicas e você conseguirá dormir com menos peso na consciência. Vamos às dicas?

Use a autenticação de dois fatores

Ainda que muitos desconheçam esse termo, a verdade é que a grande maioria das redes sociais já oferecem ao usuário alguma forma de autenticação de dois fatores (por vezes chamada de “autenticação dupla” ou “autenticação de dois passos”).
Basicamente, o que esse protocolo faz é adicionar uma camada extra de proteção no processo de login, de forma que seja necessário algo além da clássica senha alfanumérica para que algum elemento não autorizado entre na sua conta. Geralmente, esse segundo passo de autenticação se resume em algum token numérico inédito que é enviado por SMS para seu celular sempre que você tentar fazer login em algum novo computador.

No Facebook

Para ativar a autenticação de dois fatores na rede social do Mark Zuckerberg, entre na janela de configurações, selecione a opção “Segurança” e procure pelo campo “Aprovações de login”. Clique em “Editar” e, em seguida, assine a caixa de seleção “Exigir um código de segurança para acessar minha conta a partir de navegadores desconhecidos”. Será necessário informar um número de telefone celular válido e, em seguida, confirmá-lo com um token de exemplo.

Em outros serviços

A autenticação de dois fatores está presente em uma infinidade de outros serviços online que costumamos usar em nosso cotidiano. Navegando por suas devidas páginas de configurações, você também consegue ativar o recurso no Tumblr, no Gmail, no Dropbox, no Apple ID, no PayPal, no LinkedIn, no Evernote, no Hotmail, no Steam e até mesmo no seu blog hospedado no Wordpress. Se o painel de controle de algum desses sites estiver em inglês, pesquise por algo como “two-step authentication” ou “two-step verification”.

Desconecte aplicativos que você não usa

É razoavelmente comum encontrar quem vincule suas contas nas redes sociais a uma série de aplicativos externos que são esquecidos poucos dias depois. Isso acontece sobretudo com a instalação de joguinhos online, que costumam se atrelar ao seu perfil do Facebook e incentivar você a chamar seus amigos para jogarem também (aqueles convites clássicos que todo mundo ama de paixão).
O problema nisso tudo é que há muitos apps desse gênero por aí que foram desenvolvidos com o único intuito de roubar as suas informações privadas sem que você sequer perceba. Além disso, mesmo que um software conectado à sua conta tenha “boas intenções”, ele poderá servir como uma porta de entrada para eventuais ataques de cibercriminosos caso seu código-fonte esteja com brechas.
Sendo assim, vale a pena fazer uma limpeza periódica nas suas redes sociais e serviços online para desvincular de suas contas quaisquer aplicativos suspeitos ou que você não utilize mais há um bom tempo. Nessas horas, é interessante até ficar de olho no que está conectado ao seu Instagram – especialmente se você for o tipo de pessoa que usa a mesma senha em diferentes sites.

Tome cuidado com ataques phishing

Você pode não reconhecê-lo pelo nome, mas certamente já se deparou com ele em algum momento da sua vida. Ataques phishing são aqueles clássicos emails (geralmente com design e/ou ortografia suspeita) que você recebe com frequência na sua caixa de entrada e pedem que você faça login em algum lugar com o intuito de acessar algum conteúdo qualquer.
Com cibercriminosos cada vez mais inteligentes, o phishing também tem evoluído bastante: agora, é comum que você receba uma mensagem falsa de uma rede social que você utiliza, recomendando que você clique em algum link e informe suas credenciais. Dessa forma, você insere seus dados em um formulário maléfico que transportará essas informações diretamente para o hacker.
Tome cuidados redobrados sempre que receber email de alguma rede social. Se o Facebook teoricamente está dizendo que você foi marcado na foto de algum amigo, prefira abrir manualmente a rede social e conferir tal conteúdo do que fazer login através do link informado na mensagem recebida.

Por fim: proteja os dispositivos em si

Não vale a pena tomar todos esses cuidados para proteger suas redes sociais se você não investir na segurança dos dispositivos que você usa para acessá-los. Use senhas fortes no seu computador, no seu smartphone e no seu tablet (nesses últimos casos, um desbloqueio por gestos é mais do que o suficiente). Dessa forma, você evita que o eventual bisbilhoteiro que se apossar de seus aparelhos consiga acessar sua conta ou sites que você estava visitando.

http://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/56165-blindar-contas-redes-sociais-invasores.htm





domingo, 21 de setembro de 2014

Marco civil da internet com possíveis modificações no futuro



   O Marco Civil está em vigor desde junho, mas o Senado já estuda projetos de lei que modificarão o funcionamento da “Constituição da Internet”. O PL 180, proposto pelo parlamento propõe reformas nos artigos 2º, 3º, 5º, 7º, 10º, 12º, 13º, 15º e 21º, além do acréscimo de novos artigos.

   O projeto, assinado pelo senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), tem a finalidade de restringir as autoridades que tem acesso a dados privados do cidadão, entre outros fins.

   “Em relação ao requerimento de guarda de dados por mais tempo do que o legal, a ser feito pelo Delegado ou Ministério Público, a lei complica a vida destas autoridades, exigindo que tal requerimento seja judicial”, explica o advogado especialista em direito digital José Antonio Milagre. Atualmente, o texto original da Lei dá a entender que o pedido deve ser direto ao provedor, acrescenta ele.

   No artigo 21, o projeto de lei também amplia a possibilidade da remoção de conteúdo imediato após pedidos de pessoas. Atualmente, a lei prevê que os provedores devem remover o material sem necessidade de intervenção jurídica apenas em caso de publicação de material de cunho sexual que ofenda a vítima. A reformulação amplia o artigo para “qualquer conteúdo que viole a dignidade da pessoa humana”, o que Milagre considera um problema por ser algo muito subjetivo.

   O PL 180 também propõe a criação do artigo 21A, que desonera sites e blogs sobre o conteúdo publicado por terceiros nos comentários. O objetivo é impedir que os geradores de conteúdo sejam notificados pelo conteúdo gerado pelos seus usuários. Por exemplo: se um comentário considerado ofensivo a algum político for postado nos comentários de um post do Olhar Digital no Facebook, a solicitação de remoção não deve ser encaminhada para os responsáveis pela página. O caminho a ser feito será o da justiça para que ela decida se a rede social, e não o Olhar Digital, deve excluir o post. A justificativa é que o Marco Civil originalmente protege bem as grandes empresas contra solicitações arbitrárias, mas abre a brecha para notificação judicial do gerador do conteúdo.

   Além disso, o artigo 23-A também propõe que o provedor de serviços deverá oferecer um sistema próprio para recebimento de denúncias e solicitações de usuários, de acordo com José Milagre.


Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/projeto-de-lei-do-senado-tenta-modificar-o-marco-civil/43759

Avanço tecnológico trouxe benefícios e prejuízos ao trabalhador

A dependência tecnológica no mundo do trabalho é cada vez maior. Para o economista e diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Clemente Ganz Lúcio, as transformações sociais geradas por essa dependência trouxeram benefícios e prejuízos ao trabalhador.
“Em algumas atividades penosas, como o corte da cana-de-açúcar, o uso de máquinas é positivo porque auxilia o ser humano, mas em outras substitui o trabalhador, o que significa um prejuízo para a sociedade porque gera desemprego”, afirmou Lúcio.
Outro aspecto importante da inserção das novas tecnologias no trabalho é a sua interferência na vida do trabalhador. Para o diretor do Dieese, a máquina é utilizada para aumentar a produção e não para melhorar a qualidade de vida no trabalho. A tecnologia sofistica os métodos de controle e coerção da empresa, ela permite supervisionar a produção de todos os trabalhadores online e a capacidade de controle da empresa sobre o empregador é maior”.
O economista destacou que a tecnologia também traz benefícios para a sociedade, pois gera desenvolvimento e crescimento da economia, apesar de algumas vezes ser perversa.
“A tecnologia gera crescimento, produtividade, produtos mais baratos e amplia o mercado, o que gera mais empregos, mas ela é perversa quando tem a intenção de substituir o trabalho e o objetivo é puramente aumentar o lucro e excluir o trabalho do processo”, explicou.
Para a presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos, Leyla Nascimento, o predomínio do uso de tecnologias no trabalho exige que os profissionais de todas as áreas estejam permanentemente atualizados para o mercado. “Dominar o conhecimento tecnológico é fundamental, seja em obras ou em consultórios médicos, a tecnologia está presente em todos os ambientes profissionais. A flexibilidade e a capacidade de mudança fazem parte do DNA do profissional moderno”, lembrou.
Leyla afirmou, entretanto, que uma das características dos tempos atuais é a existência do desemprego estrutural. As empresas têm vagas, mas não tem profissionais para atendê-las. “Estamos prevendo um gap [lacuna] para os próximo dez anos”, lamentou.

http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2010/05/01/avanco-tecnologico-trouxe-beneficios-e-prejuizos-ao-trabalhador.htm

Tecnologia assistiva ajuda a melhorar a qualidade de vida de pessoas com deficiência

Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que dão mais autonomia, independência e qualidade de vida a pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida.
As classificações de Tecnologia Assistiva foram desenvolvidas de acordo com as finalidades específicas e um catálogo foi criado para especificar os tipos de produtos elaborados. Entre eles, equipamentos e soluções para tratamento médico, mobilidade pessoal, ferramentas e máquinas.
Divulgação
O Portal Nacional de Tecnologia Assistiva é um importante instrumento de convergência e troca de informações sobre as iniciativas existentes no Brasil em pesquisa, desenvolvimento, aplicação e disseminação de Tecnologia Assistiva.

Trata-se do primeiro Portal da América Latina a fazer parte da International Alliance of Assistive Technology Information Providers (conteúdo em inglês), organização internacional fundada na Irlanda, em 2003, que troca experiências e informações sobre sistema entre parceiros de vários países. Entre suas funções está a divulgação da Pesquisa Nacional de Tecnologia Assistiva, viabilizada pelo Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), em parceria com o Instituto de Tecnologia Social (ITS Brasil).
Com o objetivo de identificar e caracterizar as instituições que contribuem para a Inclusão Social de Pessoas com deficiência e mapear as competências do Brasil na área de Tecnologia Assistiva, a pesquisa serve como fonte na elaboração de políticas no âmbito da Ciência, Tecnologia e Inovação. Assim é possível buscar soluções para a melhoria da qualidade de vida e a inclusão social das pessoas com deficiência e idosos.
http://www.brasil.gov.br/ciencia-e-tecnologia/2010/08/tecnologia-assistiva

sábado, 20 de setembro de 2014

Riscos da Internet

Assim como o uso da Internet trouxe uma série de inovações, benefícios e oportunidades, também trouxe consigo diversos riscos a seus usuários e novas oportunidades a pessoas mal-intencionadas, como fraudadores e golpistas. Entre os principais perigos que a internet pode trazer aos seus usuários pode-se citar:

Os vírus de computador que são softwares maliciosos que infectam o sistema, reproduzem cópias de si mesmo e tentam se espalhar para outros computadores, utilizando-se de diversos meios. É necessário manter o antivírus atualizado para se proteger desse problema e estar atento a sintomas estranhos no computador;

Os Spams que são mensagens eletrônicas não autorizadas pelos internautas, mas que são enviadas da mesma forma. Possuem o objetivo de lotar a caixa de e-mail de seus receptores e, algumas vezes, podem conter vírus que prejudicam o computador do internauta. Para se proteger dos Spams basta marcar o e-mail como spam e todas as mensagens desse usuário serão marcadas como spam;

Phishing que são páginas falsas que tem o objetivo de adquirir informações pessoais dos internautas que a acessarem, elas induzem os usuários inexperientes a colocarem os dados como senhas, números de cartão de crédito, etc. A melhor forma para se proteger desse golpe é usar a navegação inPrivate toda vez que acessar dados pessoais;

Spywares são programas de computador que pegam informações sobre o usuário automaticamente e transmite esses dados para outro lugar na internet sem aviso ou permissão. Podem identificar os hábitos dos usuários na internet, os sites visitados etc. Para se proteger desse problema é recomendável utilizar um programa antispyware;

Keyloggers são programas que gravam tudo o que é digitado no teclado de um computador, podendo capturar nomes de usuário e senhas, e até mesmo informações para acessar contas bancárias. Para se proteger desse problema é recomendável utilizar um programa antimalware.

O Impacto das Redes Sociais


Redes Sociais


Mídias Sociais no Brasil


Mídias Sociais: Dados


História do Youtube

O YouTube foi fundado por Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim, que eram empregados da PayPal. Antes de trabalhar na PayPal, Hurley estudou design na Indiana University of Pennsylvania, e Chen e Karim estudaram ciência da computação juntos na University of Illinois at Urbana-Champaign.

O domínio "YouTube.com" foi ativado em 15 de fevereiro de 2005 e o site foi desenvolvido nos meses seguintes. Os criadores do site ofereceram uma prévia do site ao público[desambiguação necessária] em Maio de 2005, seis meses antes do lançamento oficial.

Em 9 de outubro de 2006, foi anunciado que a companhia seria comprada pelo Google por 1,65 bilhão de dólares em ações. O negócio entre Google e YouTube veio depois que o YouTube apresentou três acordos com empresas de comunicação em uma tentativa de evitar processos sobre infração de direitos autorais. O YouTube continuou operando independentemente, com seus co-fundadores e 67 empregados trabalhando dentro da empresa. A aquisição do YouTube foi fechada em 14 de Novembro, e foi na época a segunda maior aquisição do Google.

A revista norte-americana Time (edição de 13 de novembro de 2006) elegeu o YouTube a melhor invenção do ano por, entre outros motivos, "criar uma nova forma para milhões de pessoas se entreterem, se educarem e se chocarem de uma maneira como nunca foi vista”.

O avanço das Mídias Sociais

O avanço das mídias sociais significa uma grande mudança na estrutura de poder social, pois a possibilidade de gerar conteúdos e influenciar pessoas e decisões, deixa de ser exclusividade dos grande grupos capitalizados, para se tornar comum a qualquer pessoa. Além disso, a redução do custo de publicação a quase zero possibilita a produção de conteúdos muito específicos também para pequenos públicos - que antes não justificavam a equação econômica.

Mídias Sociais x Mídias Tradicionais

As mídias sociais têm várias características que as diferem fundamentalmente das mídias tradicionais, como jornais, televisão, livros ou rádio. Antes de tudo, as mídias sociais dependem da interação entre pessoas, porque a discussão e a integração entre elas constroem conteúdo compartilhado, usando a tecnologia como condutor.

Mídias sociais não são finitas: não existe um número determinado de páginas ou horas. A audiência pode participar de uma mídia social comentando ou até editando as histórias. O conteúdo de uma mídia social, em texto, gráficos, fotos, áudio ou vídeos podem ser misturados.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Como a Internet das Coisas muda o cotidiano das pessoas e empresas



Weber Canova*


A Internet das Coisas (conhecida pela sigla IoT, do inglês Internet of Things) hoje é muito mais do que uma revolução tecnológica. Fruto da evolução contínua da computação e da comunicação, ela se tornou uma revolução social, com impacto direto na vida das pessoas, nos negócios e no comércio. De acordo com a consultoria IDC, o mercado de IoT irá movimentar U$ 7,3 trilhões em apenas três anos. Além disso, o Gartner estima que, até 2020, existam de 26 a 30 bilhões de dispositivos conectados à Internet das Coisas.

Para entender o que esses números superlativos representam no nosso dia a dia, basta prestarmos atenção no uso que já fazemos dos dispositivos móveis. Estima-se que atualmente uma pessoa está rodeada por quatro ou cinco desses aparelhos, em média. Isso porque a tecnologia torna nossas aspirações humanas mais prováveis, ajudando a realizar tarefas de maneira mais fácil. Com o advento dos smartphones, um dos protagonistas dessa nova era, passamos a usufruir de uma explosão de conexões. Nunca antes estivemos tão conectados com outras pessoas, ambientes, empresas e objetos.

Diferentemente de evoluções anteriores, em que as grandes novidades tinham suas estreias nas empresas, como é o caso do uso de aparelhos de fax, hoje é comum os usuários possuírem dispositivos móveis e outras tecnologias para uso pessoal mais potentes do que as usadas no ambiente corporativo. E este se mostra um dos grandes desafios deste novo tempo: as organizações precisam se preparar e oferecer algo a mais aos colaboradores e ao mercado. Companhias de diversos setores já perceberam esse movimento e começaram a investir não apenas em aparelhos móveis como também em aplicativos e soluções capazes de transformar toda essa massa de dados em informações inteligentes e usáveis.

Com isso, cada dia mais presenciamos o surgimento dessas novas tecnologias fazendo a conexão entre pessoas e objetos - os chamados wearables devices (dispositivos digitais para vestir). Com eles, entre outras funções, já é possível medir a pressão arterial, controlar taxas de glicose, medir temperatura corporal, automatizar residências, controlar temperatura e luz de um ambiente, entregar encomendas, monitorar lugares, gerenciar frotas, fazer um carro estacionar sozinho, controlar produção, entre outras atividades. Isso tudo apenas com a ajuda de celulares, relógios, pulseiras, etiquetas de rádio frequência (RFDI) e drones. Ou seja, já estamos na era em que objetos inteligentes nos ajudam a realizar tarefas cotidianas, seja em casa ou no trabalho.

E todo esse movimento caminha para o futuro, não sendo mais possível voltar ao que éramos antes - seres desconectados e repartidos entre vida pessoal e profissional. Hoje, a interação é frequente e as empresas já entendem o potencial dessa mudança e investem no desenvolvimento de novas fontes de valor. É possível perceber a presença da Internet das Coisas na criação de novos modelos de negócios e serviços onlines, na crescente geração de informações em tempo real, na identificação eficaz de usuários ao acessarem sistemas e devices, no gerenciamento global de operações, no refinamento de operações inteligentes, na oferta inovadora de computação em nuvem, no expansivo uso de redes sociais, além do cuidado na proteção e na privacidade durante a troca de todos esses dados interligados.

Porém, antes de uma companhia propor a interação entre objetos e pessoas é preciso uma análise criteriosa e honesta para saber se existe mesmo essa demanda. É importante identificar se o seu público-alvo tem necessidade de enviar um e-mail pelo fogão da cozinha, por exemplo, ou se seria mais relevante ele acessar informações em tempo real sobre o fechamento de um contrato importante, ou ainda acompanhar à distância o quadro clínico de um paciente. É primordial usar o bom-senso, para que a tecnologia não perca sua razão de existir - a de atender as aspirações humanas de forma a facilitar suas tarefas.



*Weber Canova é vice-presidente de Tecnologia da TOTVS desde que ingressou na companhia, em 1995. Atuou em diversos projetos como arquiteto chefe e foi responsável, por exemplo, pela criação e construção das plataformas TOTVS Tec. e Fluig.

Fonte: http://www.jb.com.br/sociedade-aberta/noticias/2014/09/13/como-a-internet-das-coisas-muda-o-cotidiano-das-pessoas-e-empresas/

O poder das mídias sociais como ferramenta de socialização e dessocialização


Uma ferramenta poderosa pode construir altares, mas pode destruir um caráter formado no meio da sociedade.



As mídias sociais têm como funcionalidade divulgar algo ou alguém, para que o “status” social seja disseminado entre comunidades de pessoas (as chamadas redes sociais).

Em geral, as mídias sociais englobam as redes de relacionamentos (redes sociais), sendo sistemas de compartilhamento entre comunidades de pessoas e grupos da sociedade, ou seja, mídias sociais são sistemas que compartilham, fotos, vídeos, imagens, entre outros, já as redes sociais são cadeias entrelaçadas de pessoas que discutem sobre um determinado assunto dentro das mídias.

Apesar dos objetivos das mídias serem bem delimitados, em detrimento da sociedade - com um papel socializador, alguns usufruem delas como ferramenta de socialização, e outros como ferramenta de dessocialização, sendo estas ações, diretamente ou indiretamente intencionadas. 

Sem dúvidas, essas mídias são relevantes para a inclusão de pessoas em meios de influências, em grupos, bem como em comunidades, diversificando, e ao mesmo tempo identificando a índole, o caráter, e a moral do indivíduo - pena que alguns não fazem um bom uso.

A socialização faz parte de um processo do qual o indivíduo cria vínculos e relações no ambiente social, sempre visando a evolução constante da influência, pretendendo ser membro de participação entre comunidades dentro de uma fatia considerável de pessoas.

Muitas vezes a disseminação de opiniões é divulgada de modo que, os princípios relativos das pessoas sejam abalados, gerando constrangimentos, ou mágoas - se tratando de intimidade e violação de privacidade.

Dentro deste contexto ocorre o processo de dessocialização. Esse processo é responsável pelo efeito reverso da socialização, e causa transtornos emocionais graves, resultando no pleno desconforto psicológico, e ao invés da inclusão entre comunidades, o indivíduo busca a dispersão, ou migração para outras comunidades as quais o aceite, gerando assim, na maior parte dos casos, a tão falada exclusão social.

Em todos os aspectos que impulsionam a evolução pessoal e profissional, devemos nos comportar integramente, para que nossos princípios (valores) permaneçam, e continuem em constante desenvolvimento conforme nosso caráter. Afinal, é mais vantajoso ser sociável, do que voluntariamente se tornar anti-social.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/o-poder-das-midias-sociais-como-ferramenta-de-socializacao-e-dessocializacao/80816/

Gastos mundiais com segurança da informação atingirão US$ 71,1 bi neste ano



O relatório aponta ainda que, em 2015, cerca de 10% dos recursos globais de segurança das empresas de TI serão entregues na nuvem.


As despesas das empresas com segurança da informação deve chegar a US$ 71,1 bilhões neste ano em todo o mundo, um aumento de 7,9% em relação a 2013, com o segmento de prevenção de perda de dados registrando o maior crescimento, de 18,9%, de acordo com dados do Gartner.


Sob uma perspectiva maior, a consultoria prevê que os gastos mundiais com segurança da informação devem crescer 8,2% em 2015, somando US$ 76,9 bilhões. Ainda de acordo com o Gartner, a crescente adoção de mobilidade, nuvem e redes sociais (muitas vezes interagindo juntos) – fenômeno que a consultoria denomina “Nexus das Forças” — irá conduzir o uso de novas tecnologias e serviços de segurança até 2016.


“Este Nexus das Forças está impactando a segurança em termos de novas vulnerabilidades”, disse o diretor de pesquisa do Gartner, Lawrence Pingree. “Ele também está criando novas oportunidades para melhorar a eficácia, particularmente como resultado da melhor compreensão de ameaças à segurança usando informações contextuais e outras informações de segurança.”


O relatório aponta ainda que, em 2015, cerca de 10% dos recursos globais de segurança das empresas de TI serão entregues na nuvem, sendo que mais de 30% dos controles de segurança implementados nas PMEs serão baseados na nuvem.


De 2017 em diante, o Gartner acredita que a segurança móvel será uma prioridade maior para os consumidores, visto que atualmente falta penetração de ferramentas de segurança entre os usuários de novas plataformas móveis. Segundo a consultoria, a maioria dos consumidores não reconhece a importância de um antivírus em dispositivos móveis e, portanto, ainda não estabeleceu uma prática consistente de compra do mesmo.


Fonte: http://imasters.com.br/noticia/gastos-mundiais-com-seguranca-da-informacao-atingirao-us-711-bi-neste-ano/

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Projeto que altera o marco civil da internet



   O projeto de Aloysio Nunes restringe as autoridades com possibilidade de acesso aos dados privados do cidadão. O acesso aos dados cadastrais que informem qualificação pessoal, filiação e endereço, passa a ser possível somente "pelo delegado de polícia e pelo Ministério Público, quando tiverem competência legal para a sua requisição." O texto atual diz que o acesso pode ser feito, na forma da lei, “pelas autoridades administrativas que detenham competência legal para a sua requisição”. Outra restrição proposta é a que delimita “para fins de investigação criminal ou instrução processual penal” o acesso por ordem judicial ao conteúdo das comunicações privadas. A ideia, segundo Aloysio, é garantir a proteção constitucional ao cidadão.

   O marco civil da internet estabelece que os registros de conexão sejam mantidos pelo provedor por um ano. Já o registro de uso de aplicativos deve ser guardado por seis meses. A autoridade policial ou administrativa ou o Ministério Público podem pedir, conforme a legislação atual, que esse prazo seja dilatado – quando a informação de acesso ou de uso de dados for importante em alguma ação na Justiça, por exemplo. Pelo projeto, porém, esse pedido caberá somente ao delegado de polícia ou ao Ministério Público - que poderão requerer judicialmente, em procedimento cautelar específico.

   Outra alteração é o acréscimo da garantia da “ampla defesa e do contraditório”, quando uma empresa ou pessoa física tiver que responder por sanções ou multas. O projeto também amplia as possibilidades em caso de divulgação de conteúdo que possa causar dano moral, acrescentando “conversações privadas de cunho sexual, bem como a disponibilização de conteúdo que viole a dignidade da pessoa humana” na responsabilização subsidiária em caso de dano ao usuário. Aloysio também quer que as causas envolvendo questões de internet possam ser julgadas na Justiça Especial e que os provedores criem um canal de reclamação, denúncias ou solicitações em geral para uso do cidadão. A matéria ainda retira a responsabilidade de pessoa jurídica ou física em relação a conteúdo publicado por terceiros e acrescenta a “preservação da dignidade humana” como fundamento do uso da internet no Brasil.


   Fonte: http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2014/09/01/projeto-altera-marco-civil-da-internet-para-restringir-acesso-a-dados-de-cidadaos

sábado, 13 de setembro de 2014

Diferença entre Redes Sociais e Mídias Sociais

Redes sociais = Pessoas “conectadas” por relações onde se emite e recebe mensagem entre ambos. Quando há esta relação de troca, podemos dizer que existe conexão.

Mídias sociais = Ferramentas digitais personalizadas ou de prestação de serviços que permitem publicação de conteúdo e formação de relacionamento, todavia apenas por meios virtuais.

Redes Sociais x Mídias Sociais


quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Segurança em Redes Sociais

"É muito perigoso. Hoje o crime utiliza essa informação para poder roubar uma residência, assaltar, sequestrar. Não são raros os casos em que pessoas são semanalmente identificadas por criminosos por meio da geolocalização", completa o especialista em segurança da informação.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

5 benefícios da computação na nuvem que não estão na descrição do serviço

Redução de custos, escalabilidade e armazenamento sob demanda são alguns dos benefícios anunciados pelas empresas de computação na nuvem. Mas existem alguns benefícios adicionais que começam a surgir após a utilização da cloud computing e agregam muito mais valor para o negócio do que o planejado.
Joe McKendrick, colaborador da Forbes, reuniu alguns exemplos desses benefícios inesperados que surgem durante a evolução de projetos de cloud. Ele absorveu essas informações ao longo dos últimos anos, durante conversas com CIOs e executivos que lhe contaram sobre os desafios de lidar com a nuvem e também sobre suas agradáveis surpresas.

1. Mais flexibilidade para entrar em novos negócios

O tempo e o dinheiro – ou a falta deles – são responsáveis pela busca constante de ideias inovadoras entre empresários e grandes organizações. Com a disponibilização de recursos sob demanda na nuvem, novas configurações podem ser instaladas e podem passar a funcionar em questão de horas ou minutos, o que ajuda a reduzir o elemento tempo.
Uma vez que os usuários só serão cobrados pela quantidade de tempo que eles gastam na nuvem, o quesito dinheiro também pode ser controlado. Os recursos sob demanda oferecidos pela nuvem dão a possibilidade de experimentar novas ideias sem investimentos extremos em sistemas de apoio. Assim, a mudança no foco do negócio pode ser feita rapidamente.

2. Fusões e aquisições mais suaves

Um dos grandes problemas de muitas fusões é a transição de dados de um sistema para outro. O processo pode demorar meses, anos ou até mesmo nem acontecer.
Algumas empresas optam por realizar a transição dos dados manualmente – um desperdício de tempo e trabalho, além de risco de erro humano. Com os sistemas na nuvem, a transição é muito mais rápida e indolor. Os usuários finais das organizações que se fundiram podem facilmente acessar os sistemas baseados na nuvem.

3. Homogeneização para o bem

Um dos medos em relação aos serviços na nuvem é que eles estão homogeneizados, construídos para o menor denominador comum, o que nivela a plataforma para todos os tipos de clientes empresariais. Ao mesmo tempo, os serviços na nuvem são baseados na aprendizagem coletiva, o que torna seus processos, fórmulas e interfaces capazes de oferecer os melhores resultados para diversos tipos de negócios. 

4. Executivos de TI liberados para agir estrategicamente

Atualmente, em uma economia global altamente competitiva, organizações que são adeptas dos recursos tecnológicos mais recentes levam vantagem. Para chegar lá, elas precisam da orientação de seus CIOs, CTOs e outros líderes de tecnologia. Porém, as estatísticas mostram que até 80% dos orçamentos de TI estão amarrados à manutenção de rotina, ou seja, o tempo dos executivos do setor é gasto durante a supervisão da manutenção dos sistemas internos.
A nuvem libera os executivos de TI para pensar e agir estrategicamente. Os líderes de TI possuem o conhecimento necessário para selecionar recursos adequados para o negócio, sejam eles no data center da empresa ou de um prestador de serviços terceirizado.

5. Ampliação de serviços online

Muitas organizações estão construindo sua nuvem particular, e elas estão criando serviços online que podem ser entregues não apenas para os usuários internos, mas também para fora da companhia. Isso permite que as empresas ofereçam uma variedade de serviços online para clientes e parceiros. A FedEx, por exemplo, fornece rastreamento e aplicativos de logística para seus clientes a partir de seus data centers. 


http://corporate.canaltech.com.br/noticia/cloud-computing/5-beneficios-da-computacao-na-nuvem-que-nao-estao-na-descricao-do-servico/

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Marco civil da internet poderá passar por mudanças


imagem retirada do site:
http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2014/09/01/projeto-altera-marco-civil-da-internet-para-restringir-acesso-a-dados-de-cidadaos/marco_civil_01___20140422_02063jp.jpg


   O rol de autoridades públicas que podem ter acesso a dados privados do cidadão na internet poderá diminuir. É o que estabelece o Projeto de Lei do Senado (PLS) 180/2014, que está em análise na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA). Do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), o projeto altera artigos da Lei 12.965/2014, conhecida como marco civil da internet, por estabelecer princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da internet no Brasil.

   Na justificativa do projeto, Aloysio Nunes diz que o Brasil vem se consolidando como um dos países de maior expressão no uso da internet, sendo hoje o 5º país mais conectado do mundo. Esse nível de conexão, afirma, reflete-se claramente no comportamento e no desenvolvimento social e individual do brasileiro nas mais diversas áreas: na cultura, na educação, na economia e até na política. Aloysio chega a dizer que “o exercício pleno da democracia hoje, no Brasil e no mundo, pressupõe o uso da internet”.

   O senador reconhece a importância da lei, mas aponta a necessidade de mudanças. Na época em que o projeto foi aprovado no Senado, em abril, ele foi um dos senadores que criticou a tramitação rápida da matéria.


Fonte: http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2014/09/01/projeto-altera-marco-civil-da-internet-para-restringir-acesso-a-dados-de-cidadaos

Conceitos sobre mídias sociais

As ferramentas de mídias sociais são sistemas projetados para possibilitar a interação social a partir do compartilhamento e da criação colaborativa de informação nos mais diversos formatos. Eles possibilitaram a publicação de conteúdos por qualquer pessoa, baixando a praticamente zero o custo de produção e distribuição.

As mídias sociais abrangem diversas atividades que integram tecnologia, interação social e a construção de palavras, fotos, vídeos e áudios.

Mídias Sociais


terça-feira, 2 de setembro de 2014

Classificação das mídias sociais

As mídias sociais podem ser classificadas em Expressivas e Colaborativas.

Expressivas

As mídias sociais expressivas são aquelas que, quem escreve está expressando uma opinião ou explanando algum assunto como por exemplo os blogs, twitter, youtube e outros. As mídias sociais expressivas podem ser subdividias em Comunicação, Multimídia e Entretenimento

Comunicação

  • Blogs: Blogger, Wordpress
  • Microblogs: Twitter, Pownce
  • Redes sociais: Orkut, Facebook, LinkedIn, MySpace
  • Eventos: Upcoming, Lista Amiga

Multimídia

  • Compartilhamento de fotos: Flickr, Zooomr, Fotolog, Picasa
  • Compartilhamento de vídeo: Videolog,YouTube, Vimeo
  • Livecasting ou transmissão ao vivo: Justin.tv
  • Compartilhamento de música/áudio: imeem, Last.fm, Jamendo

Entretenimento

  • Mundos virtuais: Second Life
  • Jogos online: World of Warcraft
  • Compartilhamento de jogos: Miniclip.com


Colaborativas

Já as mídias sociais colaborativas são aquelas onde os usuários colaboram diretamente uns com os outros.
  • Wikis: Wikipedia
  • Social bookmarking / Agregadores de sites: Del.icio.us and StumbleUpon
  • Social News ou crowdsourcing: Digg, Reddit, EuCurti, Rec6
  • Sites de opiniões: Epinions

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Marco Civil X Obstáculos




   Mal entrou em vigor e o Marco Civil, a lei que protege direitos fundamentais na internet brasileira, já enfrenta uma prova de fogo. Trata-se da forma como o Judiciário e as autoridades de investigação estão aplicando-o (ou não). A questão materializou-se de forma preocupante no inquérito policial que investigou os suspeitos de cometerem crimes relacionados às manifestações. Na busca por provas para motivar o indiciamento, a internet foi um dos principais instrumentos utilizados.

   As autoridades demandaram a quebra do “sigilo das comunicações (texto, imagens, arquivos, áudio, localização etc.)” de 52 usuários de perfis do Facebook. Além disso, pediram “a criação de contas de espelhamento dos perfis” de modo que “os logins e senhas das contas-espelho” fossem “fornecidos à autoridade policial”. O juiz consentiu e expediu ordem para que fossem cumpridos os pedidos. A questão é saber quais os limites legais aplicáveis, já que os requerimentos foram os mais amplos possíveis.

   O Marco Civil e a Lei nº 9.296 (que regula a interceptação de comunicações) apontam em sentido diverso. A quebra de sigilo deve ser concedida apenas quando “a prova não puder ser feita por outros meios” e só quando houver “fundados indícios da ocorrência do ilícito”. Seguindo a Constituição, o Marco Civil assegura a “inviolabilidade da intimidade e da vida privada”.

   Determina que “cabe ao juiz tomar as providências necessárias à preservação da intimidade e da vida privada do usuário”. Conceder quebra de sigilo tão ampla e genérica viola a lei e a Constituição.


Fonte: